Cultura e Turismo

Há cerca de trinta anos, foi encontrado no município de Poté partes de uma ossada de uma espécie de bicho-preguiça gigante pré-histórico. O fato ganhou repercussão nacional, tornando o município alvo de pesquisadores e arqueólogos, no entanto, nenhum outro material relevante foi encontrado.

Hoje a cidade é um recanto de belezas naturais, que cativam e encantam a todos que conhecem seu rico e fértil solo. O município possui grande potencial de calcário, infelizmente não eficientemente explorado. A riqueza da região em metais preciosos foi também registrada, através de suas jazidas minerais de água-marinha, topázio, berilo, dentre outros.

Um monumento do Senhor Bom Jesus de Poté (Padroeiro da cidade) de cerca de 17 metros, no alto do chamado “Morro do Cemitério” ou “Morro do Cruzeiro”, pode ser visto de qualquer lugar do Centro ou dos bairros mais próximos da cidade. Há ainda um monumento em homenagem à população indígena (que habitou esse território e deu origem à cidade), no bairro Jardim Alvorada, mais precisamente no entrocamento entre as rodovias que ligam Poté a Ladainha e Poté a Teófilo Otoni.
Mas há um erro histórico: O índio guerreiro representado reúne todas as características de um índio guerreiro botocudo, quando na verdade os índios habitantes da região eram potenis de origem tupi, inimigos históricos dos botocudos.

Tradicionalmente as festas em Honra ao padroeiro da cidade, o Senhor Bom Jesus de Poté, e também a Festa Cultural de Poté, ocorrem na primeira metade (dia 14) do mês de Setembro, reunindo pessoas das mais diversas regiões do país.